quarta-feira, 21 de setembro de 2011
A menina da filosofia - Parte I
terça-feira, 20 de setembro de 2011
O berço do kaos

sábado, 17 de setembro de 2011
Poesia de mim mesma

domingo, 23 de janeiro de 2011
Porta Cartesiana
cuspo palavras e sentenças ao escuro, em silêncio,
para não serem elas abortadas pelo esquecimento de uma mente sem brilhantes.
A única luz acesa invade os cômodos ausentes de luz, invade sonhos, desperta sonos...
em pesadelos constantes bato à porta de Descartes, construo e destruo o real.
...
Bato a porta
na porta
fecho a porta
me fecho à ela
mas nem sempre a abro.
O que é perceptível?
Afinal, o que é o real?
Um universo construído, regido por um único indivíduo,
solipsismo
que relaciona-se com universos e logo apartado deles
há outros sujeitos também.
domingo, 21 de novembro de 2010
O homem sob a boina...
“O homem sob a boina é forte e fraco,
É velho, mas é jovem, é santo e algoz...
É mortal com alma imortal...
O homem sob a boina traz em si um carisma jovial,
Uma ânsia de aprender, um gosto pelo saber...
Ainda está aprendendo, mesmo com tanto saber, ainda só sabe que nada sabe...
Pensamos todos nós juntamente com sua pessoa: também sabemos que nada sabemos!
O homem sob a boina é autêntico,
Mas traz em si um pouco de todos: a figura paterna, a luz do mestre,
A sabedoria da filosofia, a humanidade quase perdida...
O homem sob a boina é grande e pequeno,
É sagaz e simples,
É Max, mas também é Basso, é de todos e de ninguém...
O homem sob a boina ensina muito e aprende mais,
Instiga, confronta e ama, sobretudo o seu ofício:
É professor, é educador!
Tamanho prazer é vê-lo presente nos tempos remotos de Heráclito,
De Aristóteles, de Plotino...
Possível é vê-lo flanando junto a Sócrates, procurando o homem junto a Diógenes, e sendo querido tanto quanto Abelardo...
Prazer enorme é ouvi-lo... É vê-lo empolgado com Lévinas,
Extasiado com Heidegger,
Degustando um bom vinho e uma bela poesia.
O homem sob a boina pensativo em silêncio é uma aula eloqüente da mais pura filosofia,
Dispensa o uso da palavra, sua ontologia jovial torna- nos constantemente renovados.
Boina, óculos, colete, jeans e Adidas: mesmo por entre esses artefatos,
Sua figura é impossível de ser apagada.
Seus pergaminhos, jamais serão extintos!
Tornou-se exemplo, tornou-se terno,
Tornou-se aquele ente feito de carne e osso, membro e braço,
A nossa lenda viva, a pedra fundamental, grande figura:
Professor Basso!”
domingo, 15 de agosto de 2010
Sophia, amante minha
segunda-feira, 5 de julho de 2010
?

quinta-feira, 24 de junho de 2010
Apolínea e dionisíaca
Condão
Quando escrevo, não imponho limites: Me derramo, me desvelo, A poesia então num ato de cerzir Emenda minha existência com a dela. ...


