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sábado, 27 de março de 2010

Tributo à Lua

Eis que frígida, surge a Imperatriz noturna, esquálida, ousando-nos encantar...
Suspensa no alto, tua belez imperando, destilando elegância, com frieza persevera...
Com autonomia seduz oa reles mortais, com luminosidade rara, a embriagar-nos estais...
Tolos versos são pra ti:
tributo mórbido em palavras pétreas;
Sou cancioneira da noite
submissa à Lua bela!

Condão

Quando escrevo, não imponho limites: Me derramo, me desvelo, A poesia então num ato de cerzir Emenda minha existência com a dela. ...